E se o Amor fosse explicado cientificamente?

Demonstrar amor é fácil, mas… e explicá-lo?

Euforia, confiança, alegria, angústia, tristeza. Como é possível um sentimento causar tantas e tão diferentes sensações (e muitas vezes, fazer-nos agir como verdadeiros patetas)?

A verdade é que o amor é muito mais do que aquilo que se imagina e não pode ser resumido numa só palavra. O amor é um fenómeno! Quando estamos apaixonados, diversas explosões químicas ocorrem dentro do nosso corpo…e com a ajuda da Ciência conseguimos hoje explicá-las.

O amor trata-se de um complexo fenómeno neurobiológico que é resultado de diversas reacções químicas que acontecem no nosso cérebro. Nesse processo, destacam-se quatro principais neurotransmissores: A adrenalina, a dopamina, a norepinefrina e a serotonina. Todos se encontram diretamente ligados ao sistema de recompensa e prazer que se produz na nossa massa cinzenta e que causam todo este frenesim interior.

A adrenalina é a primeira substância a ser produzida pelo nosso corpo. Suscita sensações de euforia, taquicardia, tensão e suor. Isto acontece muitas vezes quando avistamos a pessoa que gostamos ou até mesmo quando recebemos aquela mensagem que tanto esperávamos.

O corpo liberta também dopamina, que é a responsável pelas sensações de recompensa que nos levam a criar certos hábitos. Se não percebes porque é que não consegues passar um dia sem ver a pessoa que gostas, então podes culpar a dopamina.

A norepinefrina causa alegria excessiva e coração acelerado. Neste caso, este neurotransmissor tem o poder de te tirar o sono durante a noite. E oferece-te ainda um bonito par de olheiras para usares no dia seguinte!

Por fim, temos a serotonina, que tem a sua acção nos apaixonados exatamente por estar em falta. Quando nos encontramos com baixos níveis de serotonina, tendemos a ficar obcecados. Na verdade, este facto até leva a que os apaixonados sejam variadas vezes comparados a pessoas portadoras do transtorno obsessivo-compulsivo.

Se amar for loucura, então somos todos uns loucos sem cura!

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